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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A Política e a interpretação das pesquisas.

Quando uma determinada empresa quer lançar um produto faz-se a famosa pesquisa de mercado. Existe uma história bem-humorada onde uma empresa de calçados queria expandir seu mercado exportando, por isso enviou um executivo para uma determinada cidade da África. Chegando lá, ele percebeu que as pessoas andavam naturalmente descalças. Ao voltar para empresa ele disse que não percebeu chances de mercado naquela cidade, pois as pessoas tinham o costume de andar descalças. Uma empresa concorrente soube da viagem para a África e também enviou um executivo, sem saber da conclusão da concorrência ele pediu de lá mesmo uma encomenda de 10 mil pares de sapatos, já que ninguém tinha sapatos por lá, ele queria pegar o mercado primeiro.

A pesquisa serve bem pra isso, conhecer o mercado, o difícil é saber interpretar bem os dados. Nós, eleitores, podemos ser muito influenciados pelas pesquisas políticas. É necessário ter muito discernimento pra acertar a conclusão conforme os dados das pesquisas. O primeiro executivo coletou os mesmos dados e concluiu completamente diferente do segundo.

O Brasilista sabe do tamanho da força do poder econômico e que nas eleições eles investem pesado nos dois melhores produtos para eles, no caso hoje Dilma e Serra, segundo as pesquisas. Quem ganhar eles já tem domínio completo. Não tem segredos, o multi-bilionário Eike Batista, por exemplo, doou 1 milhão para cada candidatura. No mínimo ele é um bom amigo dos dois. Sabemos que o Serra tem muita rejeição por conta do FHC, ou seja, ele no segundo turno com a Dilma é um presente para ela. A Dilma está preparada para comprarar ambos governos onde o Lula tem mais de 70% de aprovação. Quem não quiser a Dilma para presidente deve votar na Marina. Vou justificar. A Marina também é mulher, logo esse diferencial de ser a primeira mulher não pode colar mais, com a Marina no segundo turno com a Dilma só poderemos ter uma mulher como presidente. A Dilma perde a chance de comparações, afinal, a Marina não tem ligação com nenhum ex-presidente.

Apesar do poder econômico saber da influência das pesquisas, nós, seres pensantes, podemos agir e ser como o segundo executivo e usar a mesma pesquisa ao nosso favor, não para o favor deles.

O blog O Brasilista é muito pequeno para poder mudar tantos votos, mas o efeito internet pode rapidamente propagar uma idéia, um argumento.

Copie e divulgue na íntegra esse post.

Antigamente não tinhamos nossa voz, tanto é verdade que o humorista, músico e escritor Juca Chavez uma vez disse: "O Brasil se divide em dois grupos. Um grupo de 95% de pessoas que não tem com quem reclamar. O outro grupo com 5% que não tem do que reclamar".

Agora temos a internet e o poder logarítmico explosivo da divulgação do pensamento. As pessoas que possuem acesso a internet e votam no Serra devem entender que a melhor opção na verdade é a Marina. Uma pessoa de origem humilde. Só dela ter vindo do Acre e analfabeta até os 13 anos acaba com muitos currículos de humildade. Venceu na vida estudando. A Dilma não é páreo para ela.

Repito, copie esse texto todo e envie para seus amigos. Quanto mais gente souber das bases da ideia, melhor, pois não é um pedidinho de voto, é um argumento.

Boa sorte para todos nós nessas eleições!

Blog - O Brasilista.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O Tiririca deixou os políticos tiriricas.

Para quem não assistiu, veja abaixo a campanha do Tiririca em São Paulo.



Como todos sabem, ele está na eminência de ter sua candidatura impugnada. Para quem não sabe, além dos esculachos que ele colocou no ar, ele também mostrou previamente apto a executar as maracutais e afins que existem no meio político. Vou explicar. Quando um cidadão está respondendo a um processo judicial, principalmente no âmbito familiar, ele não pode se desfazer de bens, pois, isso é considerado má fé. O Tiririca, "muito esperto", respondendo processo de sua ex-esposa, tirou todos os seus bens de seu nome. Foi querer, com o perdão da palavra, sacanear os políticos estando ele com o seu rabo sujo, tomou essa rasteira para deixar de ser palhaço (ou continuar sendo) e agora seus companheiros que estavam Tiririca porque iam ganhar sem precisar de tantos votos, agora estão tiririca de nervosos com toda essa trapalhada. Mas trapalhada era de outro programa, bem mais inocente.

Agora ele vai cantar:

"É a propina, é a propina;
É a propina que seduz;
Fui querer me encher de grana;
Olha só onde eu me pus!"

O Brasilista fica triste com essas coisas, mas não perde a piada.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Se o voto nulo do eleitor não anula a eleição, o que podemos fazer?

Agora que já sabemos o que é legalmente o voto nulo e sabemos que na verdade ele é dois tipos: 1 - Anulado pelo eleitor. 2 - Anulado pela Justiça Eleitoral quando detectada fraude. Vamos examinar então o aspecto de voto com efeito de nulo, mesmo quando se vota em alguém.

Dessa vez não estou falando da Justiça Eleitoral nem sobre lei, mas sobre uma estratégia do que podemos fazer para melhorar a qualidade dos políticos que recebem o poder do povo.

Existe uma constância de pessoas com forte apoio financeiro para suas campanhas. É fácil no mínimo suspeitar desse candidato, pois, o dinheiro que ele recebe na campanha nem em um mandato de 20 anos ele consegue devolver o dinheiro, logo, imaginar que ele tem o "rabo preso" não é nem um pouco injusto. Sendo assim, o voto popular em um candidado provavelmente com o "rabo preso" não deixa de ser também uma espécie de voto nulo, pois, ele não atenderá as necessidades dos populares, mas de quem financiou sua eleição.

Então, já sabemos que quando o eleitor vota nulo ajuda quem tem base financeira para campanha, pois, ele terá os votos ganhos na sua cara campanha, logo, essa estratégia não resolve. Votar nulo é como aquela criança que se joga no chão ou o presidiário que queima os colchões, apesar de serem formas de protesto, nunca levam a lugar nenhum, só serve para tomar mais porrada. Votar em quem tem campanha cara também não adianta e já está que explicado o motivo. Só restou o povo gostar um pouco mais do seu semelhante e votar em pessoas de sua região e preferencialmente por pessoas simples. Tem gente que vai dizer que não adianta porque depois que entrar lá vai entrar no esquema. Daí pergunto: Pensar assim resolve? Pensar assim é admitir que é melhor votar nulo ou em quem tem dinheiro. Será que é melhor manter esse círculo vicioso? Muita gente concorda que o voto distrital é uma solução. Mas, nunca foi proibido votar em pessoas de sua região, repito, nunca! Ou seja, criar esse regulamento seria bom, pois, faria o curral votar na marra em pessoas dos seus locais. Mas, eu não sou gado nem faço parte de curral, voto em quem eu quiser, aliás, nós todos votamos em quem quisermos. Eu não preciso de uma regra para votar em quem está mais perto de mim.

Respondendo a pergunta desse artigo, não devemos mais nos comportar feito gado que é comandado por um fazendeiro que só vai no curral para receber a renovação do direito de comandar suas vidas. Diferente do gado, nós pensamos. O problema não é do potencial do gado, mas está nos péssimos hábitos.

Não vote nulo e nem em candidato a reeleição, ainda mais com campanha cara.

Nota: Uma coisa engraçada que inventaram aqui no Brasil é o termo voto de confiança. Afinal, pelo que sei todo voto é sincero, logo, de confiança e é sobre isso que se fala no próximo paragráfo.

Apareceu no Jornal da Band, pena que eu não gravei e nem achei no YouTube. Apareceram em entrevista os políticos escolhidos pelo povo da Suiça. Chega a ser lindo um político falando. Na entrevista de um deles, em sua casa modesta se comparadas com as mansões que os nossos aqui possuem, é perguntado pelo repórter se com um salário tão modesto valia a pena ser político. Ele respondeu perguntando: Tem algo mais importante que receber a confiança de tantas pessoas?

Daí eu pergunto: Você tem escolhido bem para quem tem dado seus votos de confiança, já que anular não adianta nada?

O Brasilista nasceu no Brasil mas pensa que nem os suiços e outros povos inteligentes desse mundo.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Felicidade numa simples frase.

"A felicidade nada mais é do que boa saúde e memória fraca".
Frase do Orkut.

Sei que em um blog faz sentido ter um texto, mas a frase é tão boa que nem quis escrever mais nada por hoje.

Abraços e até a próxima.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Constituição religiosa e o dízimo.

Bom, vamos definir o que é constituição:

"Constituição é o conjunto de leis, normas e regras de um país ou de uma instituição. A Constituição regula e organiza o funcionamento do Estado. É a lei máxima que limita poderes e define os direitos e deveres dos cidadãos. Nenhuma outra lei no país pode entrar em conflito com a Constituição.

 Nos países democráticos, a Constituição é elaborada por uma Assembléia Constituinte (pertencente ao poder legislativo), eleita pelo povo. A Constituição pode receber emendas e reformas, porém elas possuem também as cláusulas pétreas (conteúdos que não podem ser abolidos).

A Constituição brasileira, que está em vigência, foi promulgada pela Assembléia Constituinte no ano de 1988."

Sem querer me alongar mais, podemos ter constituições formais (com todos os detalhes por escrito, que é o caso do Brasil) ou costumeiras (onde as pessoas passam umas as outras sem a necessidade de um documento formal, como é o caso da Inglaterra). Chega a ser estranho para nós pensar em uma constituição não escrita, mas existem países assim e devemos respeitar suas formas de organizar seus povos, dando-lhes o devido respeito as suas soberanias. Quem for brasileiro e viver no Brasil deve obedecer as regras. Aliás, temos regras para estrangeiros também e etc.

Uma das regras da constituição é a liberdade religiosa, nenhuma religião é proibida no Brasil. No Brasil predominam os católicos e evangélicos, cujos documentação principal é a Bíblia. Claro que existe diferenças de tradução, mas, pelo certo, só existe uma bíblia, que é a base do cristianismo, a crença em Cristo. Existem várias religiões, mas todas estas pregam a crença em Cristo, sendo o mestre e salvador.

No islamismo temos o Alcorão, que se baseia nas revelações do profeta Maomé. As religiões africanas não possuem nenhuma documentação específica, sendo uma religião de passagem cultural.

Eu quis mostrar que grandes grupos e nações tem suas maneiras de formalizar seus métodos de interagir, seja na vida cidadã ou na vida religiosa, seja qualquer outra situação na formação de grupos, até mesmo futebol, onde todos tem que usar as mesmas cores e cantar os mesmos hinos.

Conforme mencionei em outro artigo aqui do blog, o brasileiro é muito preguiçoso e prefere ouvir resumos em vez de ler. As leis eleitorais foram um exemplo, pois, o artigo 224 lido sozinho tem um significado, mas quando lida a condução dos artidos 219, 220, 221, 222, 223 até o 224 o entendimento correto é surpreendente! Eu também fiquei surpreso antes de ler todos os artigos.

O líderes religiosos fazem o mesmo, pois, independente de religião, na Bíblia, Alcorão e etc também temos leis. Assim, como as constituições, as leis da nova constituição anula as leis anteriores sempre que as novas forem contrárias.

O dízimo foi "constituído" no Velho Testamento, conforme as leis de Moisés. Todos os judeus, até mesmo Jesus enquanto vivo era obrigado a respeitar as leis de Moisés. Depois de morto consagrou-se o Novo Testamento (nenhum testamento é de alguém vivo, concordamos?), onde nem tudo está em acordo com as leis de Moisés. Depois da morte dele, os cristãos (aqueles que aceitam Cristo como seu mestre) seguem as suas leis e ensinamentos. Será que o dízimo continua depois da morte de Cristo, conforme ensinado por seus apóstolos?

Grupos religiosos são instituições e possuem assembléias. Será que as igrejas que cobram dízimo estão respeitando o mestre?

Acompanhem os estudos do Irmão Rubens, cuja religião é nenhuma.

O Brasilista gosta de pensar e detesta ser enganado, por isso não aceita ser enganado nem por político, nem por poder econômico e nem por administradores religiosos.









Não dá para acreditar em "igrejas" que cobram o dízimo e dizem respeitar as novas leis de Jesus. Elas respeitam as leis de Moisés que foram abolidas por Jesus. Não ignore. Não acredite no homem. Não acredite em mim. Leia. Leia tudo e não só um versículo teleguiado.

P.S. Propina geralmente tem conotação negativa, mas segundo o dicionário aurélio, um dos significados é gratificação. Coisas da língua portuguesa.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Por que as campanhas são caras e a democracia não existe?

Essas são duas questões que norteiam a ilusão de liberdade de expressão e real escravidão de todos os povos, sendo no Brasil e nos países ainda mais intelectualmente limitados um pouco mais fácil de praticar tal tipo de governança. Vou explicar...

A democracia vende a ideia oposta do autoritarismo ditatorial, ou seja, o povo pode alternar o poder periodicamente, basta querer e votar pela troca por outro representante popular, por isso, muitos dizem que a democracia prega a alternância de poder,mas, mesmo isso é uma simplificação. A ideia é mudar tão somente quando o povo quiser, coisa que não acontece numa ditadura. O problema da democracia é que ela permite tão somente a alternância do poder político (polis = pessoas), mas nunca mudamos que detem o poder econômico.

O emburrecimento da sociedade permite que todo o esquema funcione. O poder econômico financia as campanhas tornando-as seleções no lugar de eleições. Existe a especulação de que os votos são roubados e as urnas, mesmo informatizadas poderiam ser corrompidas. Não acredito nisso pelo que vai acontecer em São Paulo com o ilustre circense Tiririca, que está cotado para ter mais de um milhão de votos. Para os senhores do dinheiro isso é ruim, pois, pode mostrar ao povo que ele tem poder efetivo, só não vai intervir com dossiês e etc porque um palhaço não assusta eles, não por ser um palhaço, mas por ser só um palhaço. Se mudassemos mais de 50% das cadeiras por nossa vontade, sem nos vendermos por campanhas caras, aí sim, haveria uma preocupação por parte dos financiadores, afinal, eles não saberiam o que fazer sem o efeito do dinheiro.

Os governantes são fantoches na mão dos que detem poder econômico e o povo um gado que se deixa ser guiado facilmente, sempre levado no final para o abate. Só um estouro da "boiada" pode mudar essa realidade.

O povo brasileiro é um gado muito manso e burro. Muitos brigam entre si. Tem um limite visual como o das formigas que só enxergam para frente. Nós somos encaixados um sobre o outro montando essa estrutura de tijolos. Para eles, cada é apenas mais tijolo na parede. Não precisamos de educação, precisamos de pensadores. O que fazem nas escolas de hoje é um grande sarcasmo, onde os alunos não são estimulados, afinal, nem os professores são. O sistema destrói o professor para poder destruir os alunos para que todos não passem de apenas um tijolo na parede. A realidade está aí!



Os Brasilistas são pensadores!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Fora do contexto do Brasilista, mas não pude evitar.

Sei que estou postando algo totalmente fora do contexto do blog, mas ser o editor de algo dá alguns direitos que permite alguns caprichos. Achei essa raridade no You Tube e preferi guardar nos meus arquivos e tornar público aqui.