O Brasilista esteve muito ausente por causa da maior perda que ele poderia ter na própria vida: A vida de seu inspirador, mentor, conselheiro totalmente confiável, o melhor amigo, descrito em letras garrafais, o próprio PAI.
Não vou aqui escrever sobre meu pai, vou deixar que ele se apresente ao seleto público deste blog por si mesmo. Basta acessar: www.ppbr-rj.blogspot.com
Neste blog ele se apresenta nos diversos informativos e nas diversas ações em favor do próximo.
Dizer sobre ele como pai me reservo do direito de ser egoísta e guardar para mim todo o valor que ele possui até hoje, afinal, sem ele não teria condições de ser absolutamente nada. Fazer filho é fácil, mas criar, criar mesmo, ser presente e protetor para criar uma linhagem é para poucos, muito poucos.
Acesse o blog dele, na qual reservei-me também o direito de fazer uma simples homenagem no informativo não ditado por ele, mas, tão correto com seus conceitos quanto possível.
Paz para todos!
Pai, te amo!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Errar na escolha do legislativo é o pior erro.
A grande maioria da população se preocupa muito com as escolhas dos prefeitos, governadores e presidente, que são cargos executivos, ou seja, a função principal é administrar conforme o que a lei permite.
Claro que os executivos podem enviar projetos de lei e possui outros recursos menores no campo da lei, mas, como dito, são menores.
Por exemplo, o executivo não pode legislar sobre orçamento, isso é função do Congresso Nacional. O Congresso tendo o poder de votar orçamento pode fazer o que acabou de fazer rapidamente com os seus salários, agora quase 27 mil reais! Outra possibilidade do Congresso é retirar 3 bilhões do já pobre orçamento da Ciência, Tecnologia e Educação e aumentar em 1 bilhão de reais o orçamento do Bolsa Família. Enquanto isso, morosamente eles votam o aumento do salário mínimo para 540 reais. O pior aumento de salário de um político foi de 62%, teve alguns que aumentaram mais de 130%! Porém, o zé povinho terá que se contentar com míseros 5,9%.
Fica muito claro o prejuízo de uma má escolha no legislativo. O Congresso se comporta como um estouro de uma boiada violenta. Por onde passa destrói tudo. Com bois mansos corremos menos riscos, mas esses que estão aí são muito ferozes.
O pior de tudo é que o Congresso é em geral legítimamente eleito, ou seja, segundo o que o burro povo atual quer. O povo se casa com um estrupador e reclama da falta de amor e carinho. Povo mais incoerente impossível. A imprensa em geral mostra muita coisa para o povo e este ignora. Por exemplo, tudo que escrevi aqui é divulgado pela imprensa e mesmo assim poucos como você e eu dão importância as informações das sacanagens do políticos do congresso.
A partir de 2011, cada péssimo congressista escolhido vai custar 1,7 milhão de reais por ano. Eu disse e repito, CADA congressista. Ao final de um mandato cada um terá custado quase 7 milhões de reais, repito, cada um desses congressistas. Se for um senador, custará em 8 anos quase 14 milhões de reais cada um!
Errar na escolha do legislativo é o pior erro.
Claro que errar no executivo também é ruim, mas nos últimos presidentes, por exemplo, todos deixaram boas coisas para nós. Se hoje temos bons carros, cheque nominal obrigatório a partir de determinado valor, computadores modernos devemos isso ao curto governo Collor. Se hoje temos uma moeda com menor inflação e remédios genéricos devemos ao governo Fernando Henrique. Se hoje temos maior visibilidade mundial e mais distribuição de renda devemos ao governo Lula. Cada leitor que tenha gostado mais de um determinado governo terá mais a dizer do que eu disse, mas independente disso, pergunto, o que o Congresso de qualquer dessas épocas fez de bom para o povo?
Se você souber de algo bom do congresso em alguma época fez para o povo diretamente pode responder se quiser no campo comentários.
De forma alguma eu quero defender algum governo, vamos ser imparciais nesse aspecto, o que quero apresentar é o fato do péssimo serviço deste tanto quanto péssimo escolhido congresso.
Vamos escolher melhor. Escolher perfeitamente é impossível, mas escolher melhor é possível. Por exemplo, eleger quem já teve mandato em geral é pouco recomendado. Só de renovar o congresso podemos corrigir a presença contínua de velhos e maus políticos. O maior medo de um congressista é não voltar "nos braços do povo". Político ruim não merece um braço, merece um punho muito forte.
Aprenda e repasse essa ideia fundamental que escolher bem o congresso é o que pode melhorar um pouco nosso país.
Claro que os executivos podem enviar projetos de lei e possui outros recursos menores no campo da lei, mas, como dito, são menores.
Por exemplo, o executivo não pode legislar sobre orçamento, isso é função do Congresso Nacional. O Congresso tendo o poder de votar orçamento pode fazer o que acabou de fazer rapidamente com os seus salários, agora quase 27 mil reais! Outra possibilidade do Congresso é retirar 3 bilhões do já pobre orçamento da Ciência, Tecnologia e Educação e aumentar em 1 bilhão de reais o orçamento do Bolsa Família. Enquanto isso, morosamente eles votam o aumento do salário mínimo para 540 reais. O pior aumento de salário de um político foi de 62%, teve alguns que aumentaram mais de 130%! Porém, o zé povinho terá que se contentar com míseros 5,9%.
Fica muito claro o prejuízo de uma má escolha no legislativo. O Congresso se comporta como um estouro de uma boiada violenta. Por onde passa destrói tudo. Com bois mansos corremos menos riscos, mas esses que estão aí são muito ferozes.
O pior de tudo é que o Congresso é em geral legítimamente eleito, ou seja, segundo o que o burro povo atual quer. O povo se casa com um estrupador e reclama da falta de amor e carinho. Povo mais incoerente impossível. A imprensa em geral mostra muita coisa para o povo e este ignora. Por exemplo, tudo que escrevi aqui é divulgado pela imprensa e mesmo assim poucos como você e eu dão importância as informações das sacanagens do políticos do congresso.
A partir de 2011, cada péssimo congressista escolhido vai custar 1,7 milhão de reais por ano. Eu disse e repito, CADA congressista. Ao final de um mandato cada um terá custado quase 7 milhões de reais, repito, cada um desses congressistas. Se for um senador, custará em 8 anos quase 14 milhões de reais cada um!
Errar na escolha do legislativo é o pior erro.
Claro que errar no executivo também é ruim, mas nos últimos presidentes, por exemplo, todos deixaram boas coisas para nós. Se hoje temos bons carros, cheque nominal obrigatório a partir de determinado valor, computadores modernos devemos isso ao curto governo Collor. Se hoje temos uma moeda com menor inflação e remédios genéricos devemos ao governo Fernando Henrique. Se hoje temos maior visibilidade mundial e mais distribuição de renda devemos ao governo Lula. Cada leitor que tenha gostado mais de um determinado governo terá mais a dizer do que eu disse, mas independente disso, pergunto, o que o Congresso de qualquer dessas épocas fez de bom para o povo?
Se você souber de algo bom do congresso em alguma época fez para o povo diretamente pode responder se quiser no campo comentários.
De forma alguma eu quero defender algum governo, vamos ser imparciais nesse aspecto, o que quero apresentar é o fato do péssimo serviço deste tanto quanto péssimo escolhido congresso.
Vamos escolher melhor. Escolher perfeitamente é impossível, mas escolher melhor é possível. Por exemplo, eleger quem já teve mandato em geral é pouco recomendado. Só de renovar o congresso podemos corrigir a presença contínua de velhos e maus políticos. O maior medo de um congressista é não voltar "nos braços do povo". Político ruim não merece um braço, merece um punho muito forte.
Aprenda e repasse essa ideia fundamental que escolher bem o congresso é o que pode melhorar um pouco nosso país.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
São sete milhões de dívida um voto errado.
Cada congressista custará a partir de fevereiro de 2011 1,7 milhão por ano. Não, esse não é o preço de um congresso, mas de um misero, digo, rico congressista. Esse é o preço de um voto errado.
Falar de política não é cansativo, mas falar dos políticos repetidamente escolhido pelo povo é.
Onde está a cabeça deste povo que vota em quem nunca teve contato? Vota em Bebeto, vota em Romário, vota em Wagner Montes, vota em Maluf (?!?!)....
Será que ninguém conhece pessoalmente um candidato para votar? Quando conhece acho que a maioria pensa: - Não vou votar nesse que eu conheço pessoalmente, vou votar no fulano que tem mais chance de ganhar.
Quem pensa assim pode ser chamado de imbecíl?
Quando peço voto para um conhecido meu e este me nega dizendo que vai votar num conhecido dele dá até orgulho. Estou falando muito sério. É bom não ter um pedido atendido deste jeito. E como perder um jogo de xadrez para uma pessoa que sabe jogar.
Gostei do deboche do Tiririca que foi visitar o Congresso Nacional justo no dia que foi votado o aumento. Ele comentou: - Cheguei em boa hora!
Também disse que seu primeiro projeto vai ser comprar um apartamento. Quando indagado sobre povo e perguta de volta: - Que povo?
Quanta sabedoria! Também me pergunto: - Que povo? Isso aqui está mais para um amontoado de gente.
Que país é esse?????
Falar de política não é cansativo, mas falar dos políticos repetidamente escolhido pelo povo é.
Onde está a cabeça deste povo que vota em quem nunca teve contato? Vota em Bebeto, vota em Romário, vota em Wagner Montes, vota em Maluf (?!?!)....
Será que ninguém conhece pessoalmente um candidato para votar? Quando conhece acho que a maioria pensa: - Não vou votar nesse que eu conheço pessoalmente, vou votar no fulano que tem mais chance de ganhar.
Quem pensa assim pode ser chamado de imbecíl?
Quando peço voto para um conhecido meu e este me nega dizendo que vai votar num conhecido dele dá até orgulho. Estou falando muito sério. É bom não ter um pedido atendido deste jeito. E como perder um jogo de xadrez para uma pessoa que sabe jogar.
Gostei do deboche do Tiririca que foi visitar o Congresso Nacional justo no dia que foi votado o aumento. Ele comentou: - Cheguei em boa hora!
Também disse que seu primeiro projeto vai ser comprar um apartamento. Quando indagado sobre povo e perguta de volta: - Que povo?
Quanta sabedoria! Também me pergunto: - Que povo? Isso aqui está mais para um amontoado de gente.
Que país é esse?????
sábado, 27 de novembro de 2010
Está comprovado, sem guerra não há paz.
Sempre buscando oferecer uma visão além da mídia instituída, vamos pensar nas boas consequências dessas guerras.
Morar nas comunidades sempre foi ruim, afinal, quem não mora nessas comunidades violentas não quer nem saber de entrar lá. Mas, uma pergunta se faz necessário responder: Por que tantas pessoas de bem mesmo assim moram nesses locais?
Uma resposta se deve ao fato de que serviços como energia elétrica, água e esgoto, até mesmo TV por assinatura não são pagos ou são pirateados, causando uma transferência de custos para os que pagam corretamente.
Pois bem, os traficantes dessas áreas começaram de algum tempo para cá a torturar seus moradores locais. Uma premissa ética dos bandidos das antigas era defender o morador local. Parece que eles entendiam a importância disso, mas esses aí de hoje conseguiram destruir o próprio esquema. Que bom!
Desta maneira, com a ocupação do Estado Maior, os bandidos voltarão a ter medo, aliás, já voltaram. Com a presença ostensiva recente, um choque de "sabedoria" recaiu sobre as cabeças dos marginais dos demais comandos. Todos estão muito quietos assistindo toda a reação pública.
Com a ocupação dessas comunidades, outras coisas ilegais que os demais moradores usufruiam também vão cair. Todos vão pagar os mesmos impostos que os demais. Parece genial, pois, a médio e longo prazo, os moradores vão pagar ao Estado os custos dessas operações. Este é o preço da paz, pagar impostos.
Mais uma vez digo, temos que aproveitar e fazer com que esse momento gere novas realidades morais. Temos que depois de colocar as forças armadas, temos que colocar as forças dos presente e do futuro que são as forças da saúde e as forças da educação. Para ter paz devemos tornar desnecessária a guerra.
Parabéns ao Sérgio Cabral Filho e ao Luiz Inácio Lula da Silva! Até o momento só vejo acertos na medida do possível e necessário.
Lamentável será tão somente a morte e o ferimento dos não-bandidos. Não uso o termo inocente porque muitos usavam energia e etc sem pagar. Vamos ter que moralizar essas situações também.
Morar nas comunidades sempre foi ruim, afinal, quem não mora nessas comunidades violentas não quer nem saber de entrar lá. Mas, uma pergunta se faz necessário responder: Por que tantas pessoas de bem mesmo assim moram nesses locais?
Uma resposta se deve ao fato de que serviços como energia elétrica, água e esgoto, até mesmo TV por assinatura não são pagos ou são pirateados, causando uma transferência de custos para os que pagam corretamente.
Pois bem, os traficantes dessas áreas começaram de algum tempo para cá a torturar seus moradores locais. Uma premissa ética dos bandidos das antigas era defender o morador local. Parece que eles entendiam a importância disso, mas esses aí de hoje conseguiram destruir o próprio esquema. Que bom!
Desta maneira, com a ocupação do Estado Maior, os bandidos voltarão a ter medo, aliás, já voltaram. Com a presença ostensiva recente, um choque de "sabedoria" recaiu sobre as cabeças dos marginais dos demais comandos. Todos estão muito quietos assistindo toda a reação pública.
Com a ocupação dessas comunidades, outras coisas ilegais que os demais moradores usufruiam também vão cair. Todos vão pagar os mesmos impostos que os demais. Parece genial, pois, a médio e longo prazo, os moradores vão pagar ao Estado os custos dessas operações. Este é o preço da paz, pagar impostos.
Mais uma vez digo, temos que aproveitar e fazer com que esse momento gere novas realidades morais. Temos que depois de colocar as forças armadas, temos que colocar as forças dos presente e do futuro que são as forças da saúde e as forças da educação. Para ter paz devemos tornar desnecessária a guerra.
Parabéns ao Sérgio Cabral Filho e ao Luiz Inácio Lula da Silva! Até o momento só vejo acertos na medida do possível e necessário.
Lamentável será tão somente a morte e o ferimento dos não-bandidos. Não uso o termo inocente porque muitos usavam energia e etc sem pagar. Vamos ter que moralizar essas situações também.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Isso tudo é no máximo um começo.
Você deve saber que o salário mínimo é de 510 reais. Claro que é menos que isso, pois, ainda tem-se os decontos. Mas o que isso tem a ver com a violência do Rio?
A verdade é dolorosa, mas poucas pessoas sabem que viciados, craqueiros e afins estão queimando motos, carros, vans, ônibus e caminhões. A tabela é a seguinte. Se queimar carros e vans, o tráfico está pagando 250 reais, se queimar caminhões e ônibus, 500 reais. Daí, pergunto, como seduzir os jovens ao trabalho honesto? Ele, jovem totalmente despreparado e desamparado, que não consegue nem o emprego de salário mínimo é sozinho culpado por sua escolha errada?
Não estou defendendo criminosos, detesto a maior parte das ações dos chamados Direitos Humanos. Estou defendendo aqueles que não são ainda bandidos, que são as crianças! Eles ainda são indefesos e pacíficos. Daqui 10 anos essas crianças podem virar animais ferozes, cheios de raiva no coração querendo matar e dominar todos os que ignoravam sua existência quando eram simples crianças.
A criança tem que acreditar que estudar e trabalhar é a solução única viável para suas vidas. Hoje, no ano de 2010 estamos precisando condenar as crianças abandonadas na década de 90. Hoje, em 2010 temos outras crianças desassistidas que em 2020 vão se tornar violentas.
No Complexo do Alemão e Vila Cruzeiro temos 400 mil moradores e se estima algo em torno de pouco mais de 2 mil bandidos. São 0,5% de bandidos, mas que são fortemente armados, conseguindo dominar todo o restante. Ninguém quer morrer de um tiro de fuzil ou ver sua família destruída.
Acho ótimo a sociedade apoiar os policiais nessas operações de risco, tonando-se heróis. Mas o que eles podem fazer é isso, eliminar as consequências de políticas falidas. Bem em frente a Vila Cruzeiro tem um CIEP. Será que teriamos essa guerra urbana se os sistemas de ensino público funcionassem?
Eu detesto rico burro. Ele não entende que se ele reduzir 10% de sua renda equivale a 100% de paz em suas vidas. Achei rídicula a posição de uma determinada repórter "High Society" em se opor ao fato que o salário mínimo ser baixo tenha a ver com sedução dos menores para o crime. Pense comigo, qualquer um que quiser encontrar uma boca de fumo vai achar. Agora, por que você, eu e outros com condições melhores que estes desassistidos não vão trabalhar no tráfico? Posso responder por mim, mas acho que a resposta é comum. Não tem nada no tráfico que me seduza. Vamos deixar de hipocrisia! Só vai pro tráfico que não tem nada a perder, tudo pode ser lucro para esses. Quem quer ganhar salário mínimo? Concordo que com essa formação que eles possuem nem salário mínimo eles podem ganhar, mas aí que reside o problema. Por que eles tem uma formação educacional tão ruim que eles acabaram por não ter condições de emprego algum?
Por isso eu afirmo, essas ações contra os bandidos é no máximo um começo, pois está combatendo os erros deixados pelo passado. Cuida das consequências deixadas. Mas que causas nós vamos defender hoje para não gerar novas consequências? Sem filosofar muito, quando vamos efetivamente cuidar do futuro de nossas crianças de hoje e de cada momento futuro?
Devido ao Tropa de Elite, hoje valorizamos os policiais, isso dá moral nessas ações. Mas eu conheço outros heróis. São heróis os que matam bandidos, mas são muito heróis também aqueles que fazem milagres para salvar vidas hoje. São heróis aqueles que ensinam nossas crianças quase que gratuitamente. Aliás, por isso que dizem que o ensino é gratuito, é sim, a miséria que o professor ganha é quase uma gratuidade. A miséria que o médico ganha, chega a ser um grande desrespeito. Não vejo em um simples vereador a metade da importância de um médico, mas vá ver quem é melhor remunerado.
A segurança está aí executando aqueles que foram esquecidos quando eram inocentes crianças. Não são mais inocentes, eles adoram o poder sem a menor humildade. Mas, e as crianças de hoje? Vamos dar alternativas melhores para todos nós?
Isso tudo é no máximo um começo.
Cuida-se das consequências agora, mas o que haverá para as causas?
A verdade é dolorosa, mas poucas pessoas sabem que viciados, craqueiros e afins estão queimando motos, carros, vans, ônibus e caminhões. A tabela é a seguinte. Se queimar carros e vans, o tráfico está pagando 250 reais, se queimar caminhões e ônibus, 500 reais. Daí, pergunto, como seduzir os jovens ao trabalho honesto? Ele, jovem totalmente despreparado e desamparado, que não consegue nem o emprego de salário mínimo é sozinho culpado por sua escolha errada?
Não estou defendendo criminosos, detesto a maior parte das ações dos chamados Direitos Humanos. Estou defendendo aqueles que não são ainda bandidos, que são as crianças! Eles ainda são indefesos e pacíficos. Daqui 10 anos essas crianças podem virar animais ferozes, cheios de raiva no coração querendo matar e dominar todos os que ignoravam sua existência quando eram simples crianças.
A criança tem que acreditar que estudar e trabalhar é a solução única viável para suas vidas. Hoje, no ano de 2010 estamos precisando condenar as crianças abandonadas na década de 90. Hoje, em 2010 temos outras crianças desassistidas que em 2020 vão se tornar violentas.
No Complexo do Alemão e Vila Cruzeiro temos 400 mil moradores e se estima algo em torno de pouco mais de 2 mil bandidos. São 0,5% de bandidos, mas que são fortemente armados, conseguindo dominar todo o restante. Ninguém quer morrer de um tiro de fuzil ou ver sua família destruída.
Acho ótimo a sociedade apoiar os policiais nessas operações de risco, tonando-se heróis. Mas o que eles podem fazer é isso, eliminar as consequências de políticas falidas. Bem em frente a Vila Cruzeiro tem um CIEP. Será que teriamos essa guerra urbana se os sistemas de ensino público funcionassem?
Eu detesto rico burro. Ele não entende que se ele reduzir 10% de sua renda equivale a 100% de paz em suas vidas. Achei rídicula a posição de uma determinada repórter "High Society" em se opor ao fato que o salário mínimo ser baixo tenha a ver com sedução dos menores para o crime. Pense comigo, qualquer um que quiser encontrar uma boca de fumo vai achar. Agora, por que você, eu e outros com condições melhores que estes desassistidos não vão trabalhar no tráfico? Posso responder por mim, mas acho que a resposta é comum. Não tem nada no tráfico que me seduza. Vamos deixar de hipocrisia! Só vai pro tráfico que não tem nada a perder, tudo pode ser lucro para esses. Quem quer ganhar salário mínimo? Concordo que com essa formação que eles possuem nem salário mínimo eles podem ganhar, mas aí que reside o problema. Por que eles tem uma formação educacional tão ruim que eles acabaram por não ter condições de emprego algum?
Por isso eu afirmo, essas ações contra os bandidos é no máximo um começo, pois está combatendo os erros deixados pelo passado. Cuida das consequências deixadas. Mas que causas nós vamos defender hoje para não gerar novas consequências? Sem filosofar muito, quando vamos efetivamente cuidar do futuro de nossas crianças de hoje e de cada momento futuro?
Devido ao Tropa de Elite, hoje valorizamos os policiais, isso dá moral nessas ações. Mas eu conheço outros heróis. São heróis os que matam bandidos, mas são muito heróis também aqueles que fazem milagres para salvar vidas hoje. São heróis aqueles que ensinam nossas crianças quase que gratuitamente. Aliás, por isso que dizem que o ensino é gratuito, é sim, a miséria que o professor ganha é quase uma gratuidade. A miséria que o médico ganha, chega a ser um grande desrespeito. Não vejo em um simples vereador a metade da importância de um médico, mas vá ver quem é melhor remunerado.
A segurança está aí executando aqueles que foram esquecidos quando eram inocentes crianças. Não são mais inocentes, eles adoram o poder sem a menor humildade. Mas, e as crianças de hoje? Vamos dar alternativas melhores para todos nós?
Isso tudo é no máximo um começo.
Cuida-se das consequências agora, mas o que haverá para as causas?
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Para pensar sobre a violência no Rio de Janeiro.
Como já falei em outro artigo, fica com a seguinte dúvida: Como pode haver paz sem guerra?
As Unidades de Polícia Pacificadora são um contra-senso em sua essência. Como a Polícia ocupa uma comunidade cheia de criminosos sem prender quase ninguém? Eles viraram fumaça? Há dúvida que existe algo errado nisso tudo? Os bandidos ficaram soltos.
Os comandos da Polícia Militar foram trocados, mas os policiais corruptos continuam os mesmos. Será que o tráfico realmente parou de funcionar? Será que os viciados que iam nessas comunidades pararam de consumir? Evidententemente que não. Os consumidores de drogas continuam consumindo. O que deve ter acabado é o arrego dos policiais. Parecia ser uma medida inteligente trocar os comandos e acabar com os arregos dos policiais corruptos. Mas, se esquece que policial bandido é pior que qualquer bandido, é uma raposa com pele de cordeiro.
Uma outra questão. Alguém se lembra de bandidos atacando pessoas humildes, pessoas da alta sociedade ou de ricos empresários? Eu lembro de casos de violência para todos esses grupos, principalmente os mais humildes. O que me causa estranhesa é que não me lembro de bandidos terem atacado com violência qualquer político. Até acontece de um suplente mandar matar o político eleito para pegar sua vaga ou por vingança. Nesses casos os bandidos atuam em nome de seu mandante, um político. Mas, por que será que bandidos nunca atacam políticos? Será que são amigos de muitos deles? Será que é por isso que as leis são tão brandas com os criminosos? Amigo não quer prejudicar amigo?
O crime é organizado, ou seja, dividido em órgãos. Temos o Terceiro Comando, o ADA, o Comando Vermelho. Ainda bem que o crime não é unificado. A polícia perde eficiência por ser dividia em órgãos também. Pense no assunto.
A sociedade está perdida como cego em tiroteio, está doente e alienada. Quem mora na zona sul do Rio de Janeiro só se preocupa com sua Ipanema, seu Leblon e etc. Tudo pode acontecer na "periferia". Achei ridículo o Arnaldo Jabor defender descaradamente a zona sul. Lá as vidas têm mais valor?
Concluindo sobre a violência. Com essa PM de tantos corruptos não há como vencer a violência. Inocente ou imbecil aquele que acreditar nisso. Sem cessar os motivos de tanta corrupção na polícia, não haverá como mudar. Policial e politico são da sociedade, não são alienígenas.Ou melhoramos nossas escolhas políticas ou isso que está aí vai piorar. Os piores bandidos estão nas câmaras estaduais ou federais. O povo elege bandido e se espanta com a violência. A mulher se casa com um estrupador e se surpreende com a falta de carinho na cama.
Temos que tratar esses políticos como bandidos que são. Não quero incitar mais violência, mas imagine se a sociedade mostrasse que está acordada e cada vitima de violência atacasse um político. O maior medo dos políticos é perder o controle da situação, não dos bandidos, esses são amigos. Mas, medo deles é perder justamente o controle da sociedade.
Olhe o discurso do Arnaldo Jabor no link abaixo, onde ele defende pricipalmente a zona sul, já que as perfirias já moram dentro da violência.
http://g1.globo.com/videos/jornal-da-globo/v/ta-na-hora-dessa-gente-carioca-mostrar-o-seu-valor/1381194/#/Edi%C3%A7%C3%B5es/20101124/page/1
O Brasilista vê tudo, menos como fazer a sociedade pensar.
As Unidades de Polícia Pacificadora são um contra-senso em sua essência. Como a Polícia ocupa uma comunidade cheia de criminosos sem prender quase ninguém? Eles viraram fumaça? Há dúvida que existe algo errado nisso tudo? Os bandidos ficaram soltos.
Os comandos da Polícia Militar foram trocados, mas os policiais corruptos continuam os mesmos. Será que o tráfico realmente parou de funcionar? Será que os viciados que iam nessas comunidades pararam de consumir? Evidententemente que não. Os consumidores de drogas continuam consumindo. O que deve ter acabado é o arrego dos policiais. Parecia ser uma medida inteligente trocar os comandos e acabar com os arregos dos policiais corruptos. Mas, se esquece que policial bandido é pior que qualquer bandido, é uma raposa com pele de cordeiro.
Uma outra questão. Alguém se lembra de bandidos atacando pessoas humildes, pessoas da alta sociedade ou de ricos empresários? Eu lembro de casos de violência para todos esses grupos, principalmente os mais humildes. O que me causa estranhesa é que não me lembro de bandidos terem atacado com violência qualquer político. Até acontece de um suplente mandar matar o político eleito para pegar sua vaga ou por vingança. Nesses casos os bandidos atuam em nome de seu mandante, um político. Mas, por que será que bandidos nunca atacam políticos? Será que são amigos de muitos deles? Será que é por isso que as leis são tão brandas com os criminosos? Amigo não quer prejudicar amigo?
O crime é organizado, ou seja, dividido em órgãos. Temos o Terceiro Comando, o ADA, o Comando Vermelho. Ainda bem que o crime não é unificado. A polícia perde eficiência por ser dividia em órgãos também. Pense no assunto.
A sociedade está perdida como cego em tiroteio, está doente e alienada. Quem mora na zona sul do Rio de Janeiro só se preocupa com sua Ipanema, seu Leblon e etc. Tudo pode acontecer na "periferia". Achei ridículo o Arnaldo Jabor defender descaradamente a zona sul. Lá as vidas têm mais valor?
Concluindo sobre a violência. Com essa PM de tantos corruptos não há como vencer a violência. Inocente ou imbecil aquele que acreditar nisso. Sem cessar os motivos de tanta corrupção na polícia, não haverá como mudar. Policial e politico são da sociedade, não são alienígenas.Ou melhoramos nossas escolhas políticas ou isso que está aí vai piorar. Os piores bandidos estão nas câmaras estaduais ou federais. O povo elege bandido e se espanta com a violência. A mulher se casa com um estrupador e se surpreende com a falta de carinho na cama.
Temos que tratar esses políticos como bandidos que são. Não quero incitar mais violência, mas imagine se a sociedade mostrasse que está acordada e cada vitima de violência atacasse um político. O maior medo dos políticos é perder o controle da situação, não dos bandidos, esses são amigos. Mas, medo deles é perder justamente o controle da sociedade.
Olhe o discurso do Arnaldo Jabor no link abaixo, onde ele defende pricipalmente a zona sul, já que as perfirias já moram dentro da violência.
http://g1.globo.com/videos/jornal-da-globo/v/ta-na-hora-dessa-gente-carioca-mostrar-o-seu-valor/1381194/#/Edi%C3%A7%C3%B5es/20101124/page/1
O Brasilista vê tudo, menos como fazer a sociedade pensar.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Enem pensar...
O mico da educação se repete mais uma vez, afinal, pra quê educação? Educação é um negócio muiiiito chato! Futebol, novela, cerveja, pagode, samba e carnaval agrada a grande maioria, não é verdade?
O Brasil se contradiz a todo momento. Uma premissa do ENEM é a igualdade de avaliação e a melhor maneira de fazer isso é unificar nacionalmente tal exame. Isso quer dizer que todas as provas serão exatamente iguais para todos os brasileiros.
O Ministro da Educação diz que aqueles que foram prejudicados farão uma nova prova com o mesmo peso exato da anterior.
Isso é possível?
Vamos ver isso individualmente.
Se isso for verdade, um candidato que fez a primeira versão deve alcançar o mesmo resultado nesta nova prova. Para não ser intransigente, creio que um grupo de cem candidatos que já fez a prova deveria participar voluntariamente com o bônus de que se a segunda prova tiver um melhor resultado valerá como seu resultado validado. Se for pior valerá o primeiro para não haver perdas, ou seja, o fica com o mesmo resultado ou melhor.
Caso a teoria de que a prova tem o mesmo peso, uma vez que o estimulo de poder melhorar o resultado está na mente do aluno, creio que esse grupo fará a prova com muito empenho, tal como fez da primeira vez.
Caso se confirme que esse grupo de cem candidatos teve um resultado com diferença média de até 1%, podemos considerar que a nova prova atingiu o objetivo de ter o mesmo peso. Caso contrário, fica confirmado que na prática isso não é possível.
O Brasilista quer fazer o ENEM pensar. Mas eles não querem é nem pensar.
Opinião:
A redação tendo um tema diferente por si só pode prejudicar, afinal, se o tema for melhor dominado pelo examinado, melhor para ele, mas se for pior dominado? Isso só para citar um segmento da prova. E a pressão de ser um excluído do grupo? Se todos refizerem a prova tem-se o sentimento de todos no mesmo barco, ou seja, igualdade de novo. Uma prova diferente é uma prova diferente e ponto final. Faça-se o teste proposto e vamos confirmar.
O Brasil se contradiz a todo momento. Uma premissa do ENEM é a igualdade de avaliação e a melhor maneira de fazer isso é unificar nacionalmente tal exame. Isso quer dizer que todas as provas serão exatamente iguais para todos os brasileiros.
O Ministro da Educação diz que aqueles que foram prejudicados farão uma nova prova com o mesmo peso exato da anterior.
Isso é possível?
Vamos ver isso individualmente.
Se isso for verdade, um candidato que fez a primeira versão deve alcançar o mesmo resultado nesta nova prova. Para não ser intransigente, creio que um grupo de cem candidatos que já fez a prova deveria participar voluntariamente com o bônus de que se a segunda prova tiver um melhor resultado valerá como seu resultado validado. Se for pior valerá o primeiro para não haver perdas, ou seja, o fica com o mesmo resultado ou melhor.
Caso a teoria de que a prova tem o mesmo peso, uma vez que o estimulo de poder melhorar o resultado está na mente do aluno, creio que esse grupo fará a prova com muito empenho, tal como fez da primeira vez.
Caso se confirme que esse grupo de cem candidatos teve um resultado com diferença média de até 1%, podemos considerar que a nova prova atingiu o objetivo de ter o mesmo peso. Caso contrário, fica confirmado que na prática isso não é possível.
O Brasilista quer fazer o ENEM pensar. Mas eles não querem é nem pensar.
Opinião:
A redação tendo um tema diferente por si só pode prejudicar, afinal, se o tema for melhor dominado pelo examinado, melhor para ele, mas se for pior dominado? Isso só para citar um segmento da prova. E a pressão de ser um excluído do grupo? Se todos refizerem a prova tem-se o sentimento de todos no mesmo barco, ou seja, igualdade de novo. Uma prova diferente é uma prova diferente e ponto final. Faça-se o teste proposto e vamos confirmar.
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